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Uma das tradições do carnaval de Olinda é o Desfile dos Bonecos Gigantes. Todos os anos vários bonequeiros, como são chamados, fazem a folia do carnaval, carregando um boneco que pode ter entre 12 a 50 quilos por quase duas horas de desfile.

A tradição surgiu na Europa, no período da Idade Média, iniciando nas religiões pagãs, expressando os seus mitos, porém, ficaram muito tempo escondidos por medo da inquisição.

Apesar do sucesso em Olinda, a tradição desta festa se deu no sertão de Pernambuco, na cidade de Belém do São Francisco. O primeiro boneco a ser criado foi o Zé Pereira, em 1919. Em 1929, o personagem ganha uma parceira, batizada como Vitalina.

A tradição só chega à Olinda em 1932, com o Boneco do Homem da Meia Noite, criado pelos artistas plásticos Anacleto e Bernardino da Silva.

O Homem da Meia Noite foi o pioneiro da tradição dos bonecos Gigantes. Foto: Welington Silva/Acervo PE no Carnaval
O Homem da Meia Noite foi o pioneiro da tradição dos bonecos Gigantes. Foto: Welington Silva/Acervo PE no Carnaval

O trabalho de bonequeiros exige muita dedicação, resistência física, equilíbrio para dar vida aos boneco gigantes. A grande maioria dos profissionais começam desde cedo, com os bonecos mirins, até chegar a maior idade com os bonecos maiores.

Personalidades da mídia são retratadas como bonecos Gigantes

A cada ano novos personagens são retratados, como exemplo o cantor David Bowie, Rita Lee, Elvis Presley, dentre outros.

No desfile de 2017, o cantor Mc Troia, um dos principais artistas do cenário brega-funk recifense, foi homenageado pelo pai dos bonecos gigantes de Olinda, o artista Silvio Botelho.

Veja como foi o desfile no ano passado:

Se você quer saber um pouco mais sobre a história dos bonecos do nosso carnaval, é só visitar a Embaixada de Pernambuco dos Bonecos Gigantes de Olinda. O museu fica localizado na Rua do Bom Jesus, 183 – Recife Antigo. 

O espaço oferece uma exposição permanente de 60 bonecos gigantes, dentre eles vários personagens como Alceu Valença, Michael Jackson, Chacrinha, Ayrton Senna, Chico Science, Domiguinhos, Luíz Gonzaga, Ariano Suassuna, Lampião, D. Pedro I, Mauricio de Nassau, Capiba, Jackson do Pandeiro, Joaquim Barbosa, Lulu Santos, Djavan, Pelé, Neymar entre outros.

O local é aberto todos os dias, das 8h às 18h, e a visita pode ser monitorada por um guia que explica toda a tradição e cultura dos Bonecos Gigantes. Aberto todos os dias da 8h as 18h, para mais informações, é só ligar para o telefone (81) 3224.5802

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Melhores Camarotes do Galo da Madrugada

Seu ingresso para a folia é no Vamoz

Pe no Carnaval 2017-12-14 19:23:39 Safari Studio Safari Studio
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Faltando um pouco mais de dois meses para o carnaval chegar a ansiedade toma de conta da nossa mente, só na espera que chegue fevereiro. Já sabe onde vai curtir? Temos uma sugestão, o melhor lugar para curtir a folia do Momo é em Pernambuco, e se você acha que não, enumeramos 10 motivos para mostrar que Pernambuco tem a melhor folia do Momo:

1 – O maior bloco do mundo está aqui:

Quem diria que da união de um grupo de amigos e famílias do Bairro de São José surgiria o maior bloco do planeta, o Galo da Madrugada? Comandado pelo baluarte Enéas Freire, o bloco saiu pela primeira vez em 04 de fevereiro de 1978. O clube tinha um único propósito: trazer de volta o carnaval tradicional do Recife, a espontaneidade da folia nas ruas que estavam ameaçados pela folia dos clubes.

Na primeira vez, o bloco tinha apenas 75 brincantes percorrendo as ruas do Bairro do Recife, com sacos de confetes e serpentinas e acompanhada por uma orquestra de frevo com 22 músicos.

Todos os anos o Galo da Madrugada arrasta multidões. Foto: Welington Silva/PE no Carnaval.
Todos os anos o Galo da Madrugada arrasta multidões. Foto: Welington Silva/PE no Carnaval.

Nem se compara a grandiosidade que o bloco tem hoje, com milhares de pessoas curtindo a festa, seja no chão, seja nos camarotes ou no próprio Rio Capibaribe que fica repleto de embarcações em todas as edições.

Em 2017, o bloco arrastou cerca de dois milhões de foliões, com mais de 30 trios elétricos em seus quilômetros de percurso. é muita grandiosidade para uma festa só.

Para a edição de 2018, os organizadores prometem uma festa inesquecível em comemoração aos 40 anos de Galo da Madrugada, com o tema“Galo, 40 anos promovendo o folclore e a cultura de Pernambuco”.Os homenageado será o repórter Francisco José, por seu trabalho na divulgação do bloco para o Brasil.

2 – As prévias já começam antes do ano terminar

O carnaval é só em fevereiro, mas as prévias já se iniciam bem antes. Tem o Quinta no Galo, oferecendo muita música e apresentações culturais como Maracatu Baque Solto, Maracatu baque Virado, Caboclinho e muito mais.

Olinda também já entrou no ritmo do carnaval, quem adora batuque não pode perder as apresentações do Grupo Kallinas que ocorrem todo domingo, na Praça do Carmo, o evento é livre para todos os públicos e gratuito.

Maracatu te espera com o ensaio do grupo Kallinas durante os domingos, na Praça do Carmo. Foto: Divulgação.
Maracatu te espera com o ensaio do grupo Kallinas durante os domingos, na Praça do Carmo. Foto: Divulgação.

Sem contar com a infinidade de prévias que já estão marcadas para janeiro, são tantas que fica difícil de escolher para onde ir. Dá uma conferida na nossa grade de programação só pra sentir o clima da festa.

3- Tem festa para todos os gostos

Se você gosta da folia no chão, com sol a pino, é só aproveitar as ladeiras de Olinda, não falta desfile de troça e blocos carnavalescos todos os dias. Tem Homem da Meia Noite, Pitombeiras dos Quatro Cantos, Segurucu, Bacalhau do Batata e muito mais.

Agora se você prefere curtir uma festa com mais conforto e serviço Open Bar é só aproveitar a quantidade de camarotes que são oferecidos para quem gosta de curtir a folia do Momo com todo conforto, tem Camarote Olinda, Padrão Carvalheira ou Camarote Seu Boteco , Camarote Parador para quem não perde a magia da folia do Momo no Recife, por exemplo.

O Carvalheira na Ladeira é uma opção para quem gosta de curtir a folia com comodidade. Foto: Créditos- Welington Silva/PE no Carnaval
O Carvalheira na Ladeira é uma opção para quem gosta de curtir a folia com comodidade. Foto: Créditos- Welington Silva/PE no Carnaval

4 – A festa é gratuita, é só chegar

Aqui você não precisa comprar abadá ou ingressos para curtir a folia, a festa é gratuita e para todos. De manhã você pode começar na folia em Olinda, curtindo todas as troças e blocos que circulam na cidade. À noite, é a vez da magia das ruas do Recife Antigo, com vários shows do seu carnaval multicultural.

5 – A criatividade reina nas fantasias dos foliões

Se tem uma coisa que o folião que curte a folia em Pernambuco é criativo. Aqui tem de tudo, desde as fantasias mais elaboradas à fantasias desprovida de patrocínio monetário. O importante mesmo é ter originalidade e cair na folia com muita diversão. Dá uma olhada na criatividade da galera no domingo de carnaval.

A criatividade sobra nas fantasias do Carnaval de Olinda. Foto: PE no Carnaval/ Welington Silva.
A criatividade sobra nas fantasias do Carnaval de Olinda. Foto: PE-no-Carnaval/ Welington Silva.

6 – O Carnaval Multicultural do Recife

Carnaval do Recife que se preze tem que ter Frevo, Maracatu, Caboclinho, Samba, Rock, Brega e muito mais. Todos os anos, nos pólos espalhados pela cidade do Recife, o folião pode conferir uma infinidade de shows gratuitos e ritmos diversos. Por aqui já tocou Rappa, Titãs, Paulinho da Viola, Alcione, Jorge Aragão, Gaby Amarantos… é tanta gente que já passou pelos palcos do Recife que fica difícil lembrar de todos.

O Rappa agitou os foliões na segunda de carnaval em 2016. Foto: PE no Carnaval/ Welington Silva.
O Rappa agitou os foliões na segunda de carnaval em 2016. Foto: PE no Carnaval/ Welington Silva.

7 – Blocos Líricos resgatam as memórias

Difícil não se emocionar a cada apresentação dos Blocos Líricos em nossos carnavais. A cada apresentação é como se estivéssemos revivendo os antigos carnavais. Como resistir e não cantar junto quando ouvimos ”Último Regresso”, ou “Valores do Passado”?

Bloco da Saudade, Bloco das Flores, Bloco das Ilusões, Eu Quero é mais e tantos outros cantam e encantam a todos nós.

Os Blocos Líricos resgatam a magia dos antigos carnavais. Foto: Welington Silva/ Acervo PE no Carnaval
Os Blocos Líricos resgatam a magia dos antigos carnavais. Foto: Welington Silva/ Acervo PE no Carnaval

8 – Tem carnaval para a galerinha também

Se você acha que a festa de carnaval é só para adultos está enganado. O Carnaval daqui é para todos os tamanhos, para a galerona e galerinha. Por exemplo, as prévias do Bloco Balãozinho e Giazinha, ou então os blocos Eu Acho é Pouquinho, que desfila nas segundas de carnaval, e tantos outros.

O Bloco Eu Acho Pouquinho agita os pequenos na Segunda, em Olinda. Foto: Welington Silva/ Acervo PE no Carnaval
O Bloco Eu Acho Pouquinho agita os pequenos na Segunda, em Olinda. Foto: Welington Silva/ Acervo PE no Carnaval

9 – A Noite dos Tambores Silenciosos

O cortejo de origem africana, reúne nações de maracatus de baque-solto e de baque-virado de todo estado de Pernambuco, com o intuito de louvar a Virgem do Rosário, padroeira dos negros e honrar os seus ancestrais que sofreram no período da escravidão.

O espetáculo começa à noite ao som dos batuques dos tambores, até o seu ápice, a meia noite, onde o som das afaias se silenciam para dar voz aos cânticos e rezas. Uma homenagem aos negros que eram vendidos como escravos. Em 2017, a festa foi sob o comando do Mestre Afonso do Maracatu Leão Coroado.

Naná Vasconcelos deixou o seu legado na Noite dos Tambores Silenciosos. Foto: Welington Silva PE no Carnaval.
Naná Vasconcelos deixou o seu legado na Noite dos Tambores Silenciosos. Foto: Welington Silva PE no Carnaval.

10 – Carnaval do Interior é bom demais

Carnaval de Pernambuco não é só das cidades irmãs Recife e Olinda. O interior também é repleto festas para todos os gostos. Os Papangus de Bezerros, onde pessoas mascaradas e com fantasias percorrem as ruas da cidade sem serem reconhecidas, fazendo brincadeiras. Todo domingo de carnaval, uma grande quantidade de foliões fantasiados se unem, dando a rua um colorido só.

Os Papangus de Bezerros mostrando todo mistério das suas máscaras. Foto: Welington Silva/Acervo PE no Carnaval.
Os Papangus de Bezerros mostrando todo mistério das suas máscaras. Foto: Welington Silva/Acervo PE no Carnaval.

Ou então o maracatu de baque-solto, de Nazaré da Mata que acontece em todas as segundas de carnaval. Os Caboclos de Lanças, com suas golas cobertas de lantejoulas brilhantes, feito à mão, colorem e animam as ruas da cidade.

Os Caboclos de lança e todo seu colorido encantam turistas e moradores locais. Foto: Welington Silva/Acervo PE no Carnaval.
Os Caboclos de lança e todo seu colorido encantam turistas e moradores locais. Foto: Welington Silva/Acervo PE no Carnaval.

E acredite, isso é só um resumo de tudo que essa cidade hospitaleira, de um povo que é uma resenha só. O tempero pernambucano é o que há, quem vem para cá jamais se esquece.

E para não perder uma novidade da folia pernambucana, você pode seguir as nossas redes sociais, Facebook e Instagram. Nosso portal PE no Carnaval está sempre atualizado, para você não perder um detalhe da folia do Momo.

Pe no Carnaval 2017-11-29 21:01:26 Safari Studio Safari Studio
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Novembro, dezembro, janeiro, Carnaval!!!! Pode começar a contar, faltam apenas 100 dias para comemorar os festejos do Momo. O PE no Carnaval vai dar algumas dicas para você se preparar, afinal, encarar Recife e Olinda é uma maratona digna de atletas.

1 – Pense na fantasia que você irá usar

Ah, mas a festa é só em fevereiro. Sim, mas agora o tempo vai voar, quando você piscar os olhos já é carnaval (graças a Deus, ouvi um Amém?).  A gente sabe que boletos não param de chegar, por isso, que tal reaproveitar aquela fantasia guardada? Ou então criar a sua própria fantasia, com pouca grana e muita criatividade você pode arrasar também na folia do Momo. Você pode se inspirar nas fantasias de alguns foliões registradas em nosso portal AQUI.

Se a grana tá curta, é só investir na criatividade na hora de montar sua fantasia. Acervo PE no Carnaval
Se a grana está curta, é só investir na criatividade na hora de montar sua fantasia. Foto: Acervo PE no Carnaval

2 – Cuidar do corpo a partir de agora

Praticar exercícios é bom não só para manter o corpo em forma, como também para aguentar o pique dos quatro dias de folia do Momo. Comece com exercícios leves, como uma boa caminhada, ou corrida. Esses exercícios, além de serem práticos, ajudam a deixar os ossos mais fortes, reduzem o estresse, além de ser gratuito. Mas atenção, nada de forçar o corpo, certo? Comece gradualmente, 15 minutos de caminhada, na próxima semana meia hora, e por aí vai.

3 – Treinar a voz para aguentar a maratona

Difícil resistir  e não cantar junto os hinos do carnaval como “Voltei Recife“, “Hino do Elefante“, “Ceroula de Olinda” e tantos outros que fazem parte do nosso repertório. Com o som alto, é natural dar aquela aumentada na voz na hora de conversar com os amigos. Por isso beba sempre líquidos, água, chá, água de coco. No calor, não abuse das bebidas geladas, a diferença térmica pode atingir a laringe. O ideal é não exagerar no consumo de álcool, porém, carnaval é um ano só, não é mesmo? Não custa nada extravasar um pouco.

É importante cuidar das cordas vocais para aguentar os quatro dias de folia. Foto: Acervo PE no Carnaval
É importante cuidar das cordas vocais para aguentar os quatro dias de folia. Foto: Acervo PE no Carnaval

4 – Investir no cofrinho para ter dinheiro

Um investimento mais do que necessário para os quatro dias de folia. Faça um planejamento na sua casa e veja quanto você pode guardar nesses meses que faltam para a folia. Abuse do carnaval de rua, o mais legal que Recife e Olinda oferecem um carnaval gratuito, cheio de animação. Dá pra curtir todos os dias de festas sem precisar gastar muito. Outra dica é ficar de olho nos conteúdos do PE no Carnaval. No nosso site, temos a aba de programação com todas as informações sobre o carnaval de Pernambuco. Sempre atualizado, você vai saber de todas as novidades da festa em Recife e Olinda.

Pe no Carnaval 2017-11-01 20:19:38 Safari Studio Safari Studio
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Os Blocos tradicionais que fazem sucesso entre os foliões, apresenta  cada um a sua História, cada um com caminhos diferentes, mas o objetivo comum é levar a alegria aos foliões, levando toda a magia para o Carnaval de Pernambuco.

Conheça as histórias:

 

Homem da Meia noite- 1932

Foto: Acervo Pe no Carnaval
O Homem da Meia noite desfila no sábado de Carnaval. Foto: Acervo PE no Carnaval


O Tão querido homem que desfila no sábado de carnaval pelas ruas de Olinda.

O Grandão com quatro metros e 49,5 quilos foi fundado no dia 2 de fevereiro, na data destinada a Iemanjá na religião do Candomblé. Para o desfile de todos os anos, o Calunga passa por uma série de rituais “Tem um que ocorre sempre às 18h do dia que antecede sua saída pelas ruas de Olinda que eu não posso fazer porque não bebo, que é a troca de roupa dele. Só pode tocar na roupa quem bebe porque é feito um brinde com cachaça no fim. Não posso contar as outras coisas, só posso dizer que no fim uma criança dá banho de perfume nele”, entrega o presidente. Diz o Presidente da agremiação Luiz Adolpho.

A origem do bloco não se sabe a versão correta, mas é contado que tenha surgido através de um filme chamado “Ladrão da Meia-noite”. A segunda versão é levada com mais veracidade, conta que o Capinteiro Bernadino da Silva sempre via um homem vestido fraque nas cores verde e branco, dente de ouro e Cartola alta, passando pelas ruas de Olinda a partir das 0h. Um dia Bernadino resolveu segui-lo e descobriu que ele era um Dom Juan que pulava a Janela das moças.

 

Galo da Madrugada – 1978

Foto: Acervo Pe no Carnaval
O Galo da Madrugada é considerado o maior bloco do mundo. Foto: Acervo Pe no Carnaval

E quem iria imaginar que aquele bloco que leva uma multidão de gente que tem hoje, começou apenas com 5 familiares e 2 amigos?
Essas pessoas desejavam resgatar o Frevo de rua. O Bloco saia pela manhã, assim quando o comercio abria para ir arrecadando dinheiro dos comerciários. Algumas pessoas achava que saia muito cedo, até que uma falou “Vamos sair com o galo” (Famosa expressão para dizer que está muito cedo).
Guilherme Menezes, diretor de Marketing da agremiação e filho de um dos fundadores conta que no primeiro ano era apenas uma banda, no segundo já aumentou para duas, e assim foi. Já no quinto ano, a banda não não conseguia dar mais conta, era tanta gente querendo o galo que em 1990 , 10 trios começaram a comandar a festa. Hoje o galo saí com 30 trios e 2,5 milhões de pessoas.

E se não houvesse um acordo com os órgãos Públicos, certeza que esse tal Galo iria aumentar muito mais a quantidade de pessoas.

 

Amantes de Glória – 1997

Amantes da Glória é um dos blocos mais queridos entre os foliões. Créditos: Divulgação


O Bloco que dá Asas a imaginação dos foliões, surgiu no ano de 1997, pelas ruas do Recife Antigo a partir das 16h. Os Amantes da Glória surgiu pela paixão de Cinco amigos por uma atriz espanhola chamada Vitória Abril, os adolescentes que tinham seus 17, 18 anos eram estudantes de jornalismo e psicologia, que iam ao cinema e depois se encontravam em algum bar para conversar sobre o filme. Todos os estudantes ficaram apaixonadíssimo por Glória (Personagem). E dai por diante decidiram colocar os amantes de Glória nas ruas, e hoje toma essa proporção enorme que é.

 

Eu Acho é Pouco

Bloco eu Acho é pouco arrasta milhares de pessoas por onde passa. Foto: Jean Ribeiro/Pref. Olinda
Bloco eu Acho é pouco arrasta milhares de pessoas por onde passa. Foto: Jean Ribeiro/Pref. Olinda

O Bloco vermelho e amarelo surgiu na época da ditadura militar e já está na terceira geração. A maior preocupação da agremiação é deixar tudo documentado para a prole.

“O bloco foi criado por nossos pais, mas eles não imaginavam no que ele se transformaria. Então não documentaram nada e esqueceram boa parte dessa história. Por exemplo, até o porquê do nome não se sabe, há várias versões, mas nenhuma oficial”, diz Fabiano Guerra, um dos organizadores.

São duas festas para os adultos ( no sábado e na terça de carnaval) e uma para as crianças, o Eu acho é pouquinho (na segunda)

Mesmo levando em consideração o tamanho da troça toda, Fabiano diz que a pretensão do grupo não é se tornar um bloco gigantesco. “Ninguém é remunerado, a decisão é colegiada e tudo que a gente arrecada é para ver o bloco na rua. Não recebemos nenhum patrocínio, nem público e nem privado. A gente pensa que pode tirar esse dinheiro de quem realmente precisa”.

 

Mulher na Vara – 1993

Créditos: Divulgação
O Tradicional bloco Mulher na Vara nasceu em 1993. Créditos: Divulgação

O Presidente e um dos fundadores do bloco, Carlos Procíncula, fala que um grupo de crianças começou a gritar “Olha, mãe, vem ver a mulher”. 13 amigos resolveram sair correndo atrás de uma agremiação. Há 23 anos, o Carnaval de Olinda estava homenageando Julião das Máscaras e o chão estava tomado pela fantasia, dai, uma das amigas a Luciana Pinto, escorregou e torceu o tornozelo.

“Inicialmente tivemos a ideia de carregá-la nas costas, mas um desses colegas estava com um pedaço de vara tentando tirar goiaba da árvore. Foi então que sugerimos dela sentar, como se fosse um banquinho, e nos revezamos para levá-la. Depois que essas crianças gritaram, começou um corinho: ‘mulher na vara’. Quando olhamos para trás tinha uma multidão nos seguindo e uma orquestra acompanhando”, recorda Carlos.

Desde então, os integrantes da agremiação faz questão de sair em frente ao número 207 da rua da Boa Hora, em Olinda.
Hoje, a vara de Bambu tem cinco metros de comprimento, e seis homens seguram as bordas, quatro ficam no centro para ajudar cerca de 80 meninas que sobem na Vara durante todo o Percurso.

Luciana a inspiradora da agremiação, mora em Boston (EUA) há 12 anos, mas sempre volta pra Olinda no Carnaval e faz questão de subir na Vara.

 

Bloco da Saudade – 1974

Bloco da Saudade traz a emoção para o Carnaval de Pernambuco. Foto: Acervo Pe no Carnaval

O Bloco da Saudade foi criado a partir de uma canção do célebre compositor de frevos Pernambucanos, com a proposta de reviver os carnavais líricos da primeira metade do século passado.

Na Letra da canção , o autor quis idealizar o bloco da saudade, uma agremiação que tomaria as ruas de Recife e de Olinda, para que as pessoas revivessem aqueles inesquecíveis grupos carnavalescos.

Onze anos após Edgard Moraes ter composto a canção , um grupo de amantes do carnaval, o intelectual e estético Antonio José madureira, conhecido como Zoca e o jornalista Marcelo Varela , apostou com o compositor que criaria o Bloco da Saudade, e que com o bloco reviveria os antigos carnavais, já que a tradição encontrava-se perdida.

Pela primeira vez na rua, o bloco da saudade desfilou pelo bairro do cordeiro em 1974, ainda sem o característico Abre-alas. Os fundadores do bloco trouxeram de volta a tradição dos blocos de pau e corda ao melhor carnaval do mundo, o carnaval de Pernambuco.

 

Bacalhau do Batata – 1962

Na Quarta-feira de Cinzas , o Bloco Carnavalesco Bacalhau do Batata anima a manhã dos Olindeses, com boneco gigante e uma orquestra de frevo, o bloco mostra que o carnaval pernambucano não termina na terça-feira.
Criada pelo garçom Izaías Pereira da Silva, o Batata, a agremiação foi a maneira encontrada pelo fundador para o bloco carnavalesco destinado àqueles que, por trabalharem durante o período de festas momescas, deixavam de brincar o Carnaval. O estandarte do bloco traz os ingredientes de uma bacalhoada e o boneco gigante confeccionado em homenagem ao garçom sai na linha de frente da troça.
O bacalhau do Batata é uma ótima opção para os que ainda tem folego na quarta-feira de cinzas.

Mangue Beat – 1996

Créditos: Sol Puquerio
“Da lama ao caos, do caos a lama” Bloco do Mangue é sucesso. Créditos: Sol Puquerio

 O bloco Carnavalesco Mangue Beat, sai pelas ladeiras de Olinda sempre no sábado de Zé Pereira, Mela todo mundo de argila, numa forma de homenagear o mangue, ícone da agremiação. Além do Frevo tradicional, são cantadas, durante o desfile do bloco, diversas canções do movimento encabeçado pelo grande cantor pernambucano Chico Science, que faleceu em um acidente de carro em 1997, um ano depois de ter fundado o bloco. Entre as músicas entoadas estão: Da Lama ao Caos, Maracatu Atômico, A Praiera e Manguetown

O bloco foi fundado em 1996 Um dos fundadores do bloco, criado há 19 anos, Fernando Viana, contou que a ideia de sujar todos com argila veio a partir de uma viagem. “Eu e um grupo de amigos estávamos na Praia do Paiva (Litoral Sul de Pernambuco), e resolvemos trazer para Olinda um balde com essa argila, chamada caulim, usada para fazer desodorante, pasta de dente”, contou. Para ser passada no corpo, Fernando afirma que é preciso molhar a argila, que é considerada para ele e o grupo como “terapêutica”.

O bloco também é uma forma de lembrarmos de Chico Science e abordar sobre o tema de sustentabilidade.

 

Ceroula de Olinda – 1962

Foto: Acervo Pe no Carnaval
Ceroula de Olinda foi fundada em 1962. Foto: Acervo Pe no Carnaval

 

A Ceroula de Olinda foi fundada em 5 de Janeiro de 1962, por um grupo de 6 pessoas, Antonio Aurélio Sales (Cabela), o fundador e atual presidente de honra, Arthur Ferreira, Gilvan Gonçalves, Lúcio, Lucilo Araújo, Jamones Góes. O nome Ceroula surgiu numa contraposição à outra troça da cidade, o Pijama. Desde então, é muito frevo no pé ano a ano.

 

Pitombeira dos quatro Cantos – 1947

Foto: Acervo Pe no Carnaval
A Pitombeira que lota as ladeiras da cidade alta. Foto: Acervo Pe no Carnaval

A Pitombeira dos Quatro Cantos, foi fundado no dia 17 de fevereiro de 1947, por foliões dos bairros do Amparo e dos Quatro Cantos.
A troça percorre todas as ladeiras de Olinda, seu estandarte é feito por um losango e nele está desenhado uma parte dos Quatro Cantos e da Rua Prudente de Moraes, tem pendurado dois cachos enormes de pitomba.
Suas cores são o amarelo e o preto. Seu hino foi composto por Alex Caldas em 1950, e é um dos mais conhecidos e tocados em Pernambuco, principalmente durante o Carnaval.

 

Confira AQUI a programação completa de todos esses blocos.

Pe no Carnaval 2017-03-07 07:50:04 Safari Studio Safari Studio
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Quiz: Saiba como anda seus conhecimentos sobre o Carnaval de Pernambuco. Nas ladeiras de Olinda , nas ruas do Recife Antigo e até mesmo nas festas do Interior de Pernambuco, sempre tem aquele folião que não sabe nada, não é? E tem aqueles que se deixar para a orquestra e começa a contar sobre a história do Bloco. Em 2017 a gente vai ver de tudo, aquele que é o folião rochedo, o fuleiro e até aquele que nem quente , nem frio. E você se considera qual tipo de folião?

Descubra qual o Tipo de Folião você é:

1: Qual o Bloco que é considerado o maior do mundo?

A: Homem da Meia noite
B: Galo da Madrugada
C: Hoje a mangueira Entra
D: Bloco da Saudade

2: Por que o homem da meia noite, o menino da tarde e a mulher do dia nunca se cruzam?
A: Se odeiam
B: Não se conhecem
C: Porque são destinados para públicos diferentes
D: Desfilam em horários diferentes

3: Qual o símbolo do eu Acho é pouco?

a: Cobra
b: Gato
C:Dragão
D: Cachorro

4: Quem canta leão do Norte?

A: Capiba
B: Lenine
C: Alceu Valença
D: Elba Ramalho

5: Quantas esquinas têm nos quatro cantos em Olinda?

A: 3
B: 4
C: 5
D: 2

6: “Quero sentir a embriaguez do Frevo que entra na Cabeça…
A: Depois toma o corpo e acaba no Pé
B: Depois acaba no Pé
C: Pé
D: Depois entra nos braços e acaba no Pé

7: Qual é a ladeira que é maior em Olinda?

A: Pitombeira
B: Quatro Cantos
C: Misericordia
D: Praça do Carmo

8: Quando o Carnaval acaba?

A: Terça-feira de Cinzas
B: Domingo de Cinzas
C: Quarta-feira de Cinzas
D: Não Acaba

9: Como se Chama o nome dos Blocos que revive Carnavais passados?

A: Líricos
B: Antigos
C: Lidos
D: Antes

10: Qual Aplicativo mais completo e diferenciado do Carnaval de Pernambuco?

A: App Carnaval
B: App PE no Carnaval
C: App de bloco
D: Nenhum


Respostas:

1: B 2: D 3: C 4: B 5: B 6: A 7: C 8:9: A  10: B

Resultado do Tipo de Folião:

 

Acertos de 0 a 3 perguntas:

Folião Fuleiro

Aquele folião que só sabe que é Carnaval porque começa a ver postagem do PE no Carnaval a todo vapor. Meu fi, tá ruim hein? Simbora se atualizar sobre o Carnaval de PE, aqui em nosso Portal você fica por dentro da melhor e mais completa cobertura. Deixe de preguiça e vá lá na aba noticias e fique por dentro de histórias de Blocos, do Frevo E MUITO MAIS!

Acertos de 3 a 6

Folião segura se não eu caio

Aquele folião que conhece mas não conhece tanto sobre o Carnaval de Pernambuco. Aquele mesmo, que se não segurar ele firme ele cai!
Chega no Bloco achando que sabe a história mas no fim só sabe do nome  do Bloco porque está escrito no estandarte.
Então fique atualizado viu? Baixe o nosso App e fique por dentro do Carnaval na rua, no bloco, no ônibus, na praça… em qualquer lugar!

 

Acertos de 6 a 10

Folião Rochedo

Isso mesmo, se brincar sabe até mais do que nós do PE no Carnaval, esse dai se escutar duas latinhas batendo já tá caindo no passo da tesoura. Meu filho, se garante, viu?! Deve ser bem aquele folião que fica o dia todo olhando a page, o instagram e o Portal do PE no Carnaval.

basta ficar ligado nas nossas redes sociais, Facebook  e  Instagram, para que você fique informado de tudo e não seja um folião Fuleiro.

Pe no Carnaval 2017-03-05 08:27:45 Safari Studio Safari Studio
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O frevo além de prazeroso e divertido, ele contribui para diversos aspectos tanto físicos como também mentais. Uns dançam para liberar toda emoção que vem de dentro, outros dançam porque o amor é enorme quando se trata desse ritmo dos passos.

 

A palavra “Frevo” vem de ferver, onde, o estilo de dança faz parecer que abaixo dos pés das pessoas exista uma superfície com água fervendo.
Em Pernambuco, ocorreu o seu aparecimento entre os anos 1910 e 1911, e até hoje é querido e um grande simbolo entre os pernambucanos.

 

No decorrer dos anos, o frevo sofreu diversas influências e na década de 1930,  com a popularização do ritmo pelas gravações em disco e sua divulgação pelos programas de rádio, ele se dividiu em três modalidades: Frevo-canção, frevo de bloco e frevo de rua.  No vídeo abaixo o Maestro Spok nos explica um pouco da história, características e exemplos dessas três modalidades.

 

Pe no Carnaval 2017-02-09 09:38:10 Safari Studio Safari Studio
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Em Pernambuco, existe um ritmo que encanta qualquer pessoa de qualquer idade, o frevo. Entre os fim do século XIX e o início do século XX, ocorreu o aparecimento desse ritmo carnavalesco extremamente animado.

 

Sua palavra ” Frevo”  vem de ferver, que na pronúncia popular ficou “frever” uma vez que, o estilo de dança faz parecer que abaixo dos pés das pessoas exista uma superfície com água fervendo.
O frevo é uma dança bastante complexa , com passos bem complicados, rodopios, passos miúdos, malabarismo e muito improviso. Originalmente não tem letra, apenas é tocado por uma banda, levando uma energia contagiante a todos que escutam. Os dançarinos usam roupas bastante coloridas com uma sombrinha também colorida nas mãos enquanto dançam, demonstrando técnica e gingado.

Créditos: Acervo PE no Carnaval
O Ritmo carnavalesco que anima todo o público. Créditos: Acervo PE no Carnaval

O Ritmo que nos encanta em qualquer época do ano é dividido em três ritmos:

Frevo de Rua: É o frevo feito exclusivamente para dançar,completamente instrumental. Ele se diferencia dos outros tipos de frevo pela ausência completa de letra, por isso é considerado um ritmo  exclusivamente para dançar. Ele pode ter notas agudas, introdução de semicolcheias (frevo ventania), e a predominância de pistões e trombones.
Frevos de Rua mais conhecidos: Porta-bandeira, de Guedes Peixoto; Trinca do 21 de Mexicano; Vassourinha, de Matias da Rocha; Último dia, de Leviano Ferreira.
Frevo de Bloco:
Originada das serenatas realizadas paralelamente ao carnaval, no início do século. A orquestra de Pau e Corda é composta de banjos, violões, cavaquinhos e recentemente vem sendo utilizado também o clarinete.
Frevos de bloco mais conhecidos: Valores do Passado, de Edgar Moraes; Marcha da Folia, de Raul Moraes; Relembrando o Passado, de João Santiago; Saudade dos Irmãos Valença, e Evocação n° 1, de Nelson Ferreira; Madeira que cupim não Rói, de Capiba.

Frevo canção: Frevo mais lento, com algumas semelhanças em relação à marchinha carioca. É composto por uma introdução e uma parte cantada, terminando ou começando com um refrão.
O frevo-canção ou marcha-canção tem vários aspectos semelhantes à marchinha carioca, um deles é que ambas possuem uma parte introdutória e outra cantada, começando ou acabando com estribilhos.
Frevos de canção mais conhecidos:
Borboleta não é ave, de Nelson Ferreira; Na mulher não se bate nem com uma flor, de Capiba; Hino de Pitombeira, de Alex Caldas; Hino de Elefante, de Clídio Nigro; Vestibular, de Gildo Moreno.

 

 

Pe no Carnaval 2017-02-09 09:00:30 Safari Studio Safari Studio
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Falar de frevo é sinônimo de alegria, amor,  cultura, é um estilo de dança que encanta qualquer pessoa de qualquer idade. Iniciado entre o fim do século XIX e o inicio do século XX, ocorreu o surgimento desse ritmo carnavalesco que hoje  é um dos símbolos mais importantes da  grande riqueza cultural que Pernambuco tem.

 

Com uma junção da capoeira com o ritmo do frevo nasceu o passo. Inicialmente a dança foi utilizada como armas de defesa dos passistas que remetem diretamente a luta e resistência herdada dos capoeiristas, que faziam uso de porretes ou cabos de velhos guarda-chuvas como arma contra grupos rivais.

 

 

O frevo é uma dança bastante complexa, com passos bem complicados, rodopios, passos miúdos, malabarismo e muito improviso.

 

“Frever, frevo, paixão sem limites… Iniciei no frevo em 2009, com o intuito de fazer só uma atividade física, me encantei e fui em busca de querer sempre mais… Hoje estudo e trabalho com dança, sou passista da Companhia de Frevo do Recife, e tenho o Frevo como base na minha vida profissional. Ser passista de frevo é saber contagiar o público com a alegria de sua dança, mesmo quando o cansaço e as dores tomam conta do nosso corpo, é saber que a cada dia terá um novo obstáculo a ser superado, é ver a renovação dos passos com o passar do tempo e juntar o antigo com o novo, é sentir prazer, amor e dor, tudo ao mesmo tempo.” Nos conta Rayara Suyene, Passista da Companhia de Frevo do Recife.

Rayara Suyene, passista da Companhia de Frevo do Recife. Créditos: Divulgação
Rayara Suyene, passista da Companhia de Frevo do Recife. Créditos: Divulgação

 

Esse ritmo que nos encanta em qualquer época do ano é dividido em três ritmos: O Frevo de rua, o frevo de bloco e o frevo canção. Diversas pessoas se rendem a essa manifestação corporal tipicamente pernambucana, inclusive aqueles que levam esse estilo de vida mesmo sem ser de forma profissional.

“Não sou profissional do frevo. Considero-me passista!  Gosto de dizer que já nasci com o frevo no pé. (risos). Nunca participei de nem um grupo, porém já fiz apresentação junto com amigos, colegas que dançam profissionalmente. Acho que tenho uma noção um pouco avançada sobre os passos. Não aguento ouvi uma canção que meu corpo ferve, o coração dispara e quando me vejo já estou fazendo tesoura, dando carpados e vários grilos… O amor que sinto pela minha cultura e o mesmo amor que sinto pela minha pátria.” O Folião Bruno Eduardo expressa todo o seu amor  pelo frevo através de palavras.

 

Leia mais matéria em especial ao dia do Frevo AQUI

Pe no Carnaval 2017-02-09 08:11:13 Safari Studio Safari Studio
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O Frevo, comemorado também no  dia  14 de setembro, é um dos ritmos pernambucanos mais conhecidos e este dia tão querido tem uma explicação significativa.  Em homenagem ao jornalista Osvaldo da Silva Almeida, que foi, segundo pesquisas, o criador da palavra Frevo, tendo sido escolhido a sua data de nascimento, 14 de Setembro de 1882 como a data de homenagem. Porém, alguns historiadores afirmaram posteriormente que na realidade a primeira aparição da palavra frevo ocorrera em 9 de Fevereiro de 1907, sendo essa a data considerada oficial, pelo menos em Pernambuco, local de origem do Frevo. Que sorte a nossa, comemorar duas vezes no ano o Frevo é um privilegio dos pernambucanos.

 

 

Elementos do Frevo:

 

Sombrinha: A principio era usada para proteger do sol e muitas vezes era utilizada como arma em caso de conflito. Com o passar de alguns anos, a sombrinha foi ficando cada vez menor e com muito mais cores, tornando-se assim um elemento de tradição e firmando como um simbolo oficial do frevo.

 

A sombrinha é um dos elementos do Frevo. Créditos: Acervo PE no Carnaval
A sombrinha é um dos elementos do Frevo. Créditos: Acervo PE no Carnaval

Estandartes: É uma bandeira que sempre está na frente dos cortejos com uma emblema. os Estandartes caracterizam a agremiação ou aquele determinado grupo. Essa tradição vem desde das cruzadas na idade média, quando as missões que tinham fins militares e religiosos carregavam bandeiras com símbolos alegóricos como cruzes e brasões.

Estardante do Galo da Madrugada. Créditos: Weligton Silva. Galo da Madrugada 2016
Estandarte do Galo da Madrugada. Créditos: Weligton Silva.

Roupas: As roupas são um dos elementos que mais chama atenção quando falamos de frevo. Geralmente a vestimenta é de uso cotidiano, sendo a camisa mais curta que o comum e justa ou então a à altura da cintura, a calça também de algodão fino, colada ao corpo, variando seu tamanho entre abaixo do joelho e acima do tornozelo, toda a roupa com predominância de cores fortes e estampada. As mulheres se diferenciam pelo o uso de um short sumário, com adornos que dele pendem ou mini-saias, que dão maior destaque no momento de dançar.

 

Passista de frevo na noite de Carnaval do Marco Zero. Créditos: Acervo PE no Carnaval
Passista de frevo na noite de Carnaval do Marco Zero. Créditos: Acervo PE no Carnaval

Passos do frevo: Caracterizada pela sua individualidade na exibição, o frevo possui passos altamente incríveis. Existem atualmente um número incontável de passos ou evoluções com suas respectivas variantes. Os passos básicos elementares podem ser considerados os seguintes: dobradiça, tesoura, locomotiva, ferrolho, parafuso, pontilhado, ponta de pé e calcanhar, saci-pererê, abanando, caindo-nas-molas e pernada, este último claramente identificável na capoeira

 

Confira outras matérias em homenagem o dia do frevo AQUI 

Pe no Carnaval 2017-02-09 08:00:43 Safari Studio Safari Studio
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Dançar frevo além de prazeroso é extremamente divertido, não é verdade? Mas alguns passos acabam nos deixando um pouco doloridos, para isso, é preciso um bom preparo físico. Existem atualmente um número incontável de passos ou evoluções com suas respectivas variantes. Conheça alguns deles:

DOBRADIÇA – Flexiona-se as pernas, com os joelhos para frente e o apoio do corpo nas pontas dos pés. Corpo curvado para frente realizando as mudanças dos movimentos: o corpo apoiado nos calcanhares, que devem está bem aproximados um do outro, pernas distendidas, o corpo jogado para frente e para trás, com a sombrinha na mão direita, subindo e descendo para ajudar no equilíbrio. Não há deslocamentos laterais. Os pés pisam no mesmo local com os calcanhares e pontas.

TESOURA

A – Passo cruzado com pequenos deslocamentos à direita e à esquerda. Pequeno pulo, pernas semiflexionadas, sombrinha na mão direita, braços flexionados para os lados.

B – O dançarino cruza a perna direita por trás da esquerda em meia ponta, perna direita `a frente, ambas semiflexionadas. Um pulo desfaz o flexionamento das pernas e, em seguida, a perna direita vai apoiada pelo calcanhar; enquanto a esquerda, semiflexionada, apoia-se em meia ponta do pé, deslocando o corpo para esquerda. Refaz-se todo o movimento, indo a perna esquerda por trás da direita para desfazer o cruzamento. Neste movimento, o deslocamento para a direita é feito com o corpo um pouco inclinado.

LOCOMOTIVA- Inicia-se com o corpo agachado e os braços abertos para frente, em quase circunferência e a sombrinha na mão direita. Dão-se pequenos pulos para encolher e estirar cada uma das pernas, alternadamente.

FERROLHO – Como a sapatear no gelo, as pernas movimentando-se primeiro em diagonal (um passo) seguido de flexão das duas pernas em meia ponta, com o joelho direito virado para a esquerda e vice-versa. Repetem-se os movimentos, vira-se o corpo em sentido contrário ao pé de apoio, acentuando o tempo e a marcha da música. Alternam-se os pés, movimentando-se para frente e para trás, em meia ponta e calcanhar; o passista descreve uma circunferência.

PARAFUSO – Total flexão das pernas. O corpo fica, inicialmente, apoiado em um só pé virado, ou seja, a parte de cima do pé fica no chão, enquanto o outro pé vira-se, permitindo o apoio de lado (o passista arria o corpo devagar).

 

 

Pe no Carnaval 2017-02-09 08:00:04 Safari Studio Safari Studio
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Dançar frevo é extremamente divertido, mas para isso, é preciso um bom preparo físico, principalmente para as pernas. Praticar esse ritmo traz diversos benefícios para sua saúde tanto mental quanto física.

Confira passo a passo de como dançar frevo e não fazer feio nesse Carnaval 2017:

Pe no Carnaval 2017-02-08 08:00:43 Safari Studio Safari Studio
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As gírias é um tipo de linguagem criada por determinados grupos para substituir termos ou conceitos oficiais. Em Pernambuco é comum escutarmos diversas gírias das mais conhecidas até aquelas que não sabemos nem de onde saíram.

Para que você não fique perdido nesse carnaval 2017, trouxemos 20 gírias para você entrar no meio do povo já sabendo de todos os “paranauê”. Confira:

 

 

1- ACOCHADO – apertado.
“Oxe, aquele lugar é acochado demais”

2- BIGU – pegar carona.
“Eu vou é pegar um bigu com aquele boy”

3- BOYZINHA(O)- Gíria para garota e garoto, geralmente com relação à alguém em que se está interessado.

“Nesse carnaval 2017 eu vou é pegar muito boyzinho (a), visse?”

4- BURUÇU  O mesmo que confusão, tumulto.
“Lá no Recife antigo rolou um buruçu pesado, boy”

5- ESTAR NO RATO – pessoa que está há muito tempo sem namorada(o) ou afins.
“No Carnaval eu vou aproveitar pra sair desse rato”

6- ESTILAR – Não gostar de uma brincadeira.
“Ei boy, vou começar a estilar, viu?”

7- FURDUNÇO – O mesmo que “multidão”.
“Aquele bloco arrasta um furdunço danado”

8- GALEGA – Mulher loira.

“Ei galega, tás solteira?”
9- LISO – sem dinheiro.

“Vou já comprando meus ingressos  das festas através do PE no carnaval antes que eu fique liso”

10- MUNDIÇA – Pessoa de baixo nível, barraqueira.

“Aquele bicho é uma mundiça mesmo , né véi?”

11- PIRANGUEIRO – sujeito pão-duro, avarento.

“Deixa de ser pirangueira e compra logo teu ingresso do Carvalheira na Ladeira.”

12- TROMBADINHA – Nome usado para meninos que praticam pequenos furtos. Ladrão de rua.

“Coloca o celular na meia que já vem um trombadinha ali”

13- VUCO-VUCO – O mesmo que multidão.

“Eu vou é pra o meio do vuco-vuco lá no Galo da Madrugada

14- XEXERO – Pessoa devedora e/ou que não gosta de pagar dívidas em dinheiro.

“Tu cuida logo de me pagar, visse xexera?”

15- ZOADA – barulho, confusão.

“Tô escutando a zoada de longe dos trombadinhas lá do Recife antigo”

 

16. Catinga – Mal cheiro.

“Que catinga de suor é essa véi?”

17- Alma Sebosa –  Pessoa que não presta.

“Minha filha não vai ficar com uma alma sebosa dessa não”

 

18 – Tabaquice – Besteiras

“Mirmã, tu fala muita tabaquice”

19 – Ta ca mulesta- indica coisas exageradas/ isso tudo

Ta ca mulesta,  7×1?”

20- Tá barrada – Que não vai para algum lugar

“Ela tá barrada no Carvalheira na ladeira, é?”

21 – Apois vio – Pode indicar deboche

“Eu não vou para Olinda não” “E é ? Apoisvio!”

 

Pe no Carnaval 2017-01-26 08:30:52 Safari Studio Safari Studio
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O Carnaval de Olinda é o mais agitado do mundo todo, suas ladeiras se enchem de beleza, tradição e muita folia. Não falta animação, o vuco-vuco é enorme, mas ao mesmo tempo é gostoso participar dessa grande festa nessa cidade maravilhosa. Quem por aqui vive sabe exatamente como é brincar o carnaval aqui. Você se identifica com as afirmações a seguir ?

 

1. A palavra ladeira perde o verdadeiro sentido. Quando sobe junto com um bloco ninguém sente, parece que está andado reto, mas quando chega em casa, aí você sente o que é dor nas pernas, meu amigo.
2. Descobre que é possível passar mais de 24 horas ouvindo frevo e não enlouquecer, e todas as vezes que tocar “Olinda, quero cantar a ti esta canção” vai cantar com muita emoção.

 

 

3. Desacredita completamente na lei da física de que dois corpos não ocupam o mesmo espaço. É um vuco-vuco da muléstia, nenhum físico é capaz de explicar o que acontece no Carnaval de Olinda.

 
4. Entender que não importa o que você faça, nem qual seja o horário, vai ter um bloco passando. Pode até ser 0h, mas vai ter bloco e gente na rua sem perder o pique.

 

 

5. Entre as dez padrões estão: “Bandeira Branca” e “Morena Tropicana”. É clássico na maioria dos blocos.

 

 

6. Descobre que a pegação não tem hora e nem gênero, afinal a Rua 13 de Maio está lá para quem quiser dar close e colocar a cara no sol, monamour.

 

 

7. Entende que é completamente possível se alimentar de um restrito cardápio, ou seja, macaxeira com charque, ou então aquele famoso cachorro quente da praça do Carmo.

 

 

8. Passa a aceitar que é impossível não pingar de suor a todo momento. Olinda é um calor da muléstia em dia comum, imagina só no período carnavalesco? É gente demais!

 

 

9. Entende que não tem cansaço certo, mesmo emendando com o Recife Antigo, no outro dia ir para Olinda é algo sagrado.

 

 

10. E por fim ter a certeza absoluta de que nenhum outro carnaval do Brasil é tão maravilhoso quanto o Carnaval de Olinda.

Pe no Carnaval 2017-01-26 08:18:28 Safari Studio Safari Studio
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O Paço do Frevo, nosso principal centro de histórias acerca do Carnaval de Pernambuco, está com uma novidade “Escolha o nome da Troça do Paço” Isso mesmo! Quem irá escolher o nome da Troça do Paço do Frevo é você folião.

A votação está aberta até o dia 27.01, até lá, os foliões devem reagir com um emoji de acordo com o nome que escolheu. Foram dados três nomes,  o “Eu me Paço mesmo” que basta reagir com o Amei, o “Meu Paço Ferve “ que basta clicar no haha ou  o “T.C.M Tô no paço” que basta reagir com o Uau. Simples! Clique AQUI e faça a sua votação.

Pe no Carnaval 2017-01-20 20:12:51 Safari Studio Safari Studio
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Maracatu é uma manifestação cultural da música folclórica pernambucana afro-brasileira, surgida em meados do século XVIII, a partir da miscigenação musical das culturas portuguesa, indígena e africana. É formada por uma orquestra de percussão que acompanha um cortejo real. Os participantes representam personagens históricos como Reis, Rainhas, Embaixadores.
É um tipo de dança de cortejo associada aos reis congos. Tradicionalmente, os maracatus, surgiram e se desenvolveram ligados às irmandades negras do Rosário.

 

Maracatu traz diversas riquezas culturais no seu toque. Créditos: Max Levay/ PE no Carnaval
Maracatu traz diversas riquezas culturais no seu toque. Créditos: Max Levay/ PE no Carnaval

Existem dois tipos de Maracatu:  O Baque Virado e o Maracatu Rural. O Baque virado surgiu aproximadamente no século XVIII, onde participavam entre 30 e 50 figuras dentre elas a porta-estandarte. Em seguida vinham as damas do paço,  que carregavam os bonecos de ordem religiosa, chamadas Calungas. Depois das damas do paço, segue a corte composta por: Rei e Rainha, o vassalo (o escravo que carrega o guarda-sol dos reis), figuras da corte, damas da corte, yabás (baianas ou escravas) e, por fim, os batuqueiros. Os instrumentos de percussão desse grupo são alfaias (Os tambores grandes), ganzás ( as caixas e taróis), e gonguê.  Este maracatu tradicional Baque virado é assim chamado porque esta palavra é sinônimo de um dos toques característicos do Cortejo, começa com o ritmo compassado e depois segue cada vez mais rápido. A zoada do Baque anuncia de longe a chegada do Maracatu.

 

Já o Marcatu Rural ou de Baque Solto, é uma mistura de várias manifestações, mas representada por uma figura conhecida como Caboclos de lança. Diferencia-se do Baque virado em ritmos, organização e personagens. Esse tipo de Maracatu também chamado de Orquestra ou de Trombone. Ele surgiu com a crise da II Guerra Mundial , onde trouxe uma migração da zona rural para o Recife. A manifestação é composta por diversas pessoas  simples, geralmente trabalhadores rurais. Além de personagens como Rei e Rainha, trazem também a porta-Bandeira ou chamadas de  Baliza, as porta-buquês, as damas do paço, as baianas, vários caboclos, dentre eles, os caboclos de lança, de pena e a boneca de Aurora. Alguns passos lembram um duelo, pelas batidas da lança, danças de espada ou bastão. Os caboclos de pena usam um capacete grande com penas, fitas e bordados. Seus instrumentos são Gonguê, ganzá, tarol, cuíca, surdo, corneta e trombone, saxofone, zabumba, com coro exclusivamente feminino

 

 

Em Pernambuco existem diversos grupos como:

 

Nação Estrela Brilhante
Nação Leão Coroado
Nação Porto Rico
Nação Elefante
Cambinda Estrela
Encanto da Alegria
Nação Pernambuco
Maracatu Nação Olinda
Maracatu Badia
Ouro do Porto
Nação do Engenho
Maracambuco
Várzea do Capibaribe
Batuque Estrelado
Leão Negro (Olinda)
Maracatu Chuva de Prata (Olinda)
Maracatu A Cabralada (Olinda)
Maracatu Vila Nova (Surubim)
Aurora Africana (Jaboatão dos Guararapes)
Maracatudo Camaleão (Olinda)

Pe no Carnaval 2017-01-12 13:33:08 Safari Studio Safari Studio
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O Carnaval de Olinda já está cheio de novidades, uma delas é que a cidade dos altos coqueiros ganhará dois novos bonecos gigantes. O boneco do presidente Michel Temer (PMDB) e o do presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump. Temer, Trump e os outros bonecos vão desfilar pela primeira vez na segunda-Feira de Carnaval, dia 27 de fevereiro, já no dia seguinte, é a vez do bairro do Recife receber esses dois personagens. Os bonecos fazem parte de um grupo de 26 alegorias inéditas, todas elas confeccionados pelo grande artista Leandro Costa.

 
Leandro também já está produzindo bonecos dos procuradores federais que ficaram famosos pelas ações da ‘Operação Lava-Jato’. São eles: Deltan Dallganol e Carlos dos Santos Lima. “Estamos pedindo autorização para fazer a alegoria gigante da ministra Carmen Lúcia, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF)”, disse o artista Leandro Castro.

 

 

Os dois personagens já encontram-se em exposição no ateliê da Embaixada de Pernambuco – Bonecos Gigantes de Olinda. Localizado no Bairro do Recife, na Rua do Bom Jesus.

Pe no Carnaval 2017-01-06 01:44:19 Safari Studio Safari Studio
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No início, os festejos de Carnaval trazia uma brincadeira violenta, onde os foliões lançavam farinha, tinturas e até água suja. Esses festejos foram trazidos pelos portugueses com o nome de entrudo, mas em seguida foi proibido e aos poucos as batalhas passaram a usar confete e serpentina.

 

No século XIX, surgem o frevo e o passo, dando ao carnaval de Pernambuco uma identidade única no Brasil. A palavra “Frevo” vem de ferver, onde, o estilo de dança faz parecer que abaixo dos pés das pessoas exista uma superfície com água fervendo. No decorrer dos anos, o frevo sofreu diversas influências e na década de 1930, com a popularização do ritmo pelas gravações em disco e sua divulgação pelos programas de rádio, ele se dividiu em três modalidades: Frevo-canção, frevo de bloco e frevo de rua.
Segundo um site, a palavra carnaval deriva do latim carnem levare (abstenção da carne) – pois a festa sempre foi comemorada no período que antecede a quaresma, quando se praticava a abstinência da carne. Como diversão popular, o carnaval assume as peculiaridades dos lugares onde ocorre. Todos os carnavais são reminiscências das festas dionisíacas da Grécia Antiga, das bacanais de Roma e dos bailes de máscara do Renascimento.

Você conhece o Carnaval? Créditos: Weligton Silva/PE no Carnaval
Você conhece o Carnaval? Créditos: Weligton Silva/PE no Carnaval

Se você quer saber mais sobre o Carnaval de Pernambuco, visite a Casa do Carnaval. Ela fica no Pátio de São Pedro, casa 52, bairro de São José, e possui um belo acervo de máscaras, estandartes, roupas de antigas agremiações, além de documentos e mais de mil partituras carnavalescas.

Acesse toda a programação através do PEnoCarnaval.com.br 

Pe no Carnaval 2016-12-30 19:16:00 Safari Studio Safari Studio
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O Grupo Patusco, conhecidíssmo pela sua bateria energizante que passa pelas ladeiras de Olinda, anuncia seu primeiro ensaio pré-carnavalesco, que será no dia 08 de Janeiro, às 16h, no Casarão do Patusco, localizado na Rua Santa Tereza, 119, Santa Tereza – Olinda / PE.

 

 

Conheça o grupo: 

 

 

O grupo Patusco Foi criado em 1962, pelo clã Vasconcelos Guimarães, e logo ganhou seu destaque por fazer um carnaval participativo e original. Veio a ser conhecido como Patusco em 1972, onde, para participar de um Concurso de Fantasia realizado pela Empetur, em Olinda, o grupo teria que dar um nome no ato da inscrição, como a fantasia nessa época era de pato, os fundadores buscaram uma palavra que lembrasse pato, mas que ao mesmo tempo desse as reais características para a filosofia do grupo, e, por pura coincidência, acharam no dicionário a palavra Patusco, que significa: aquele que gosta de patuscada, ou seja, uma união de pessoas que se reúnem para beber, brincar e se divertir.
O grupo passou por diversas fases, seu inicio foi com um grupo de pessoas vestidas com fantasias exóticas, em seguida veio a fase das sátiras políticas.
A partir de 1973, com o dinheiro ganho no concurso de fantasia da Empetur, de 1972, o grupo comprou instrumentos musicais e passou a ter uma bateria própria.

Patusco é um dos grupos do carnaval 2017. Créditos: Acervo PE no Carnaval
Patusco é um dos grupos do carnaval 2017. Créditos: Acervo PE no Carnaval

Em 2000, foi criada a Banda Patusco, que toca o ano inteiro fazendo shows pelo Nordeste.
Hoje o bloco é reconhecido pelo som de sua bateria tradicional, e a maneira descontraída das apresentações, trazendo para seu público muito samba no pé. Entre as músicas mais tocadas pelo grupo estão: Coisinha do pai, É hoje, Só pra ver você sambar e Festa colorida.

 

Confira também os detalhes do Desfile Oficial 1 
Confira também os detalhes do Desfile oficial  2

Não perca o ensaio aberto do grupo. Confira os detalhes AQUI

 

Leia também sobre o Patusquinho.

Pe no Carnaval 2016-12-28 09:54:48 Safari Studio Safari Studio
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Para aqueles que querem fazer bonito no Carnaval 2017, aqui vai uma dica: Se inscreva nas oficinas que estão sendo oferecidas pela Escola Municipal de Frevo Maestro Fernando Borges. As inscrições estão sendo feitas até amanhã (21) de Dezembro, na sede da escola, onde fica na Rua Castro Alves, nº 440, no bairro da Encruzilhada, Recife.

Se prepare para frevar no Carnaval 2017. Créditos: Acervo PE no Carnaval
Se prepare para frevar no Carnaval 2017. Créditos: Acervo PE no Carnaval

As turmas estão sendo divididas entre públicos Infantil, Adolescente e Adulto. As turmas vão desde o nível iniciante, passando pelo avançado, e indo até aqueles que desejam se preparar melhor para participar do Concurso de Passistas do Recife. As aulas serão realizadas de 16 de janeiro a 17 de fevereiro.
Informações: 3355.3102

Pe no Carnaval 2016-12-20 13:45:17 Safari Studio Safari Studio
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Conhecido por resgatar os grandes e bons antigos carnavais, o Clube das Pás, localizado na rua Odorico Mendes- Campo Grande, promove nesta quarta-feira (30) uma coletiva para apresentar todos os ajustes do Carnaval 2017 do Clube Carnavalesco Misto das Pás Douradas, que nesse ano de 2017 traz como tema “A Festa do Boi Voador de Maurício de Nassau”. Fazendo uma homenagem aos 380 anos do desembarque dos holandeses em Pernambuco. A noite será embalada com shows da Orquestra de Frevo do Clube, Passistas de frevo e mais. O evento será fechado apenas para convidados.

Pe no Carnaval 2016-11-30 18:25:28 Safari Studio Safari Studio
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