Bloco
Mulher na vara
Olinda, Pernambuco
Fundado em 1993
Carlos Eugênio Ponciolo
Sobre o bloco
A Troça Carnavalesca Mista Mulher na Vara nasceu de uma situação inusitada que se transformou em tradição do Carnaval de Olinda. Durante a folia de 1993, uma amiga do grupo machucou o pé e ficou impossibilitada de acompanhar os blocos pelas ladeiras. Para que ela não fosse excluída da festa, os amigos improvisaram um longo pedaço de madeira e a carregaram sobre os ombros. A cena chamou a atenção de uma criança, que exclamou: "Olha a mulher na vara!". A espontaneidade da frase inspirou o nome da troça, criada oficialmente no ano seguinte. Desde então, o bloco desfila todas as manhãs da Segunda-feira de Carnaval, mantendo a tradição de carregar voluntárias sobre uma longa vara de bambu, em uma brincadeira que celebra a alegria, o protagonismo feminino e o espírito irreverente do Carnaval de Olinda.
Agenda
Curiosidades
• A origem do bloco foi totalmente espontânea. Ele nasceu quando amigos improvisaram uma vara para transportar uma foliã machucada pelas ladeiras de Olinda, dando origem a uma das histórias mais curiosas do Carnaval pernambucano.
• A primeira mulher a subir na vara em cada desfile é Dona Dá, madrinha da agremiação e uma das fundadoras do bloco, personagem histórica do Carnaval de Olinda.
• Centenas de mulheres participam da brincadeira todos os anos, sendo carregadas sobre uma vara de bambu com cerca de cinco metros, sempre com apoio de uma equipe para garantir a segurança durante o percurso.
• Apesar do nome provocar interpretações equivocadas, o bloco defende o protagonismo feminino. Seus organizadores afirmam que a proposta é valorizar a participação das mulheres no Carnaval e apoiar campanhas de combate ao assédio e de empoderamento feminino.
• A primeira mulher a subir na vara em cada desfile é Dona Dá, madrinha da agremiação e uma das fundadoras do bloco, personagem histórica do Carnaval de Olinda.
• Centenas de mulheres participam da brincadeira todos os anos, sendo carregadas sobre uma vara de bambu com cerca de cinco metros, sempre com apoio de uma equipe para garantir a segurança durante o percurso.
• Apesar do nome provocar interpretações equivocadas, o bloco defende o protagonismo feminino. Seus organizadores afirmam que a proposta é valorizar a participação das mulheres no Carnaval e apoiar campanhas de combate ao assédio e de empoderamento feminino.